segunda-feira, 19 de agosto de 2013
segunda-feira, 14 de março de 2011
Retomada
E aos poucos, fui meio que deixando no rascunho a poesia dos dias.
Sem publica-las mais aqui.
Não deixei de escrever, talvez só tenha mudado um pouco o formato e a vida se encarregou de me mostrar de tudo o que serviu o que fiz por aqui. Por isso hj a RETOMADA.
Oi de novo.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Que não lê Clarice
Não ouve Chico
Não olha pra Picasso.
Tem gente no mundo
Que precisa saber
Se ...
amanhã vai chover
o dolar vai permaner
a ferida vai doer
ou conseguirá ao menos amanhecer.
Tem gente no mundo
Rezando
Chorando
Cantando.
Eu só não tenho certeza se ...
Tem gente no mundo
Como eu,
Se há um mundo como o meu.
Eu...
Rodando, andando, amando !
Tentando escrever pra tanta gente
Questionando se tem alguém
Que nem a gente no mundo.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Com saudade de como poderia ter sido, se todos nós tivessemos aprendido a olhar um pouco mais pra dentro.
Com menos medo de perder tempo, se soubessemos mais o que somos e não estivessemos tão atentos ao que gostariamos de ser.
É a saudade do que nunca fizemos que fez o tempo passar tão depressa e me fez perder o olhar na dúvida de quem eu realmente conheci!
E o pior é sentir que, eu nunca poderia mais ou menos isso te dizer por que talvez as coisas que custamos a aprender só sirvam para nós mesmos.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Acrescento um ponto final!
Até que decoro.
A mesma história e despedida.
Me canso.
Mas antes de rasgar esta folha, antes de esquecer o dito e o não dito .
Eu apago as vírgulas e reticências...
Acrescento um ponto final.
Pés gelados...não preciso mais dizer o quanto incomoda!
É como um anzol me rasgando do estômago e sendo puxado até a garganta.
É a vontade muda de gritar.
Mudando sem mudar.
Sem insistir.
É um só enchergar.
Sem ver.
Sem ser.
Sem viver.
Ressentir não é sentir outra vez .
Não é mesmo sentimento de outrora .
Aquilo era amor !
Agora não é nada .
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Vaga...
Pensamento cortante
Fazendo de nós partes estranhas,
De um mesmo lado...
Contra qualquer índicio de nada .
Faz de tudo motivo pra se embebedar em lágrimas.
Estabelecer limites.
Agora ?
Cercar - se de não's.
Não há tempo pra mais nada.
Já não cabe na vida.
Das "almas - gêmeas" nem as semelhanças normais entre quaisquer estranhos.
Não se fala em destino.
Já não há mais ... amor.
( ... E todo mundo diz que ficar triste assim não vale a pena... Nando Reis)
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Que o tempo passa.
Passa sem prever o teu pesar.
O que é ?
O que foi ?
E o que virá?
Passa em cima e através do que deixa pra depois...
E enquanto olha pra trás, não vê no teu presente...
O presente que não vem .
E talvez quando chegar, você não perceba .
Não se lembra ... não se conhece!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
To precisando sair ...
To precisando agilizar...
To precisando voltar a me acompanhar...
To precisando ler mais ...
To precisando ver a tonelada de filmes que estão na gaveta...
To precisando me rever...
To precisando nos ver bem ...
To precisando não precisar de nada também....
To precisando me desligar...
To precisando não ligar ....
To precisando clicar...
To precisando correr atrás do que realmente preciso...
To precisando acreditar...
To precisando não ceder...
To precisando dizer...
To precisando lembrar...
Que toda palavra não dita é só todo o impossivel da minha vida !!!
sábado, 2 de maio de 2009

Medo de gente, medo da solidão.
Medo de fechar os olhos, ou abri-los demais.
Medo de ver o que não vejo,
Medo de me enxergar auto suficiente, medo de tocar no interruptor que acende essa luz.
Medo de sorrir demais, medo de fechar a cara, e viver em plena paz.
Medo de ter mais medo que tenho.
Medo de ter um medo só meu, de sentir muito... Medo de não sentir nada.
Só medo.
Me atrevo a viver o mais de mim, e oscilar meus humores e as razões do sorriso.
Calar rumores
Me atrevo a viver talvez com medo de tanto ... Mas sem medo de mim.
segunda-feira, 16 de março de 2009
O que sinto, teus pontos, nossas vírgulas...
Afeto em feitos,
Poesia que não se lê
Sente?
Homem sem métrica certa
Planeja, almeja .
Desejos livres, pés no chão
Soneto sensato
Reticências em frases curtas.
Inspiração dos textos que não publiquei
Menino de prosas doces
Rimas fáceis
Olho colorido que verseja.
E eu, nesse teclado empoeirado na tentativa de cessar
as palavras,
o que sinto,
teus pontos,
nossas vírgulas.
Te deixo como sinônimo
de bons sentimentos que mantenho.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
observ(Ando), absor(Vendo) e abstra(Indo)
sábado, 17 de janeiro de 2009

Poder (se) conhecer mais e calmamente,
Acalmar a mente
Aquietar – se.
Se reconhecer no alguém tantas vezes já visto... E por este (quem sabe ?)
Ceder, apaixonar...
Novamente com nova mente.
Sem preocupações ou ensaios da vaidade, que tanto cegam a verdade.
Mentiras disfarçadas de intenção, não tem mais lugar .
Descobrir que o melhor já está aqui.
Sendo eu, tendo você.
E para melhor trilhar tal caminho...
Te peço que fiquemos de mão dadas ... assim será mais difícil tropeçar .
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Pra dispersar o nosso bom...
e o nosso som pausou.
E por tanta exposição a disposição ... Cansou !
Secou da fonte da paciência, e em nossa excelência ficou
lá fora.
Solidão é solução de nós .
Deixa eu me livrar das minhas marcas...
Deixa eu me lembrar de criar asas .
Só me resta agora acreditar que esse encontro
que se deu, não nos traduziu melhor.
E a conta da saudade quem é que paga ?
Ja que estamos brigados de nada...
Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena não ter pressa pra passar !
- Acabou.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Eu Te Amo / Tom Jobim
Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir?
Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir?
Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir?
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Seu paletó enlaça o meu vestido
E o teu sapato inda pisa no meu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Meus seios inda estão nas tuas mãos
Me explica com que cara eu vou sair?
Não, acho que estás te fazendo de tonto
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir?


